quarta-feira, 16 de maio de 2012

Dádivas, Divinos (as) Amigos (as)




Instalei um "Big Linux" ontem. O dito cujo soluciona boa parte de minhas necessidade de postar, tanto aqui no blog, como em meu site de mesmo nome do blog, cujo endereço é: www.folhasecamarroroxamarela.com.
Na semana Santa, fiz uma viajem ao PEÇANHA, minha terra natal. 
Eu minha, Ray, irmã temos uma casa lá. Fizemos algumas reformas na dita cuja e fomos lá ver como ficou. Ficou bom!
Foi uma estadia gostosa, + ainda com as frutas, q nosso amigo e irmão Ju Garcia  nos trouxe de sua fazenda.
Outros amigas, com os quais viajamos, nos bridaram com bom papo e música, toda noite eu ficava lá na varanda curtindo o som pop do Fabin, eu e Fernando, q tb, toca e canta, q tb foi e voltou pra BH, no carro da Fabin, + eu e minha sobrinha Lena. 
No carro do Cacau, meu primo, foram e voltaram, Ray e Robson, outro amigo nosso. E olha, q o Cacau mora no PEÇANHA, se arrancou de lá até BH, pra pegar os 2 passageiros já citados e + 2 cachorros da mana, a Folia e o Marquin...e depois trouxe a cambada tda de volta à BH.
Ray e Robson são bons de cozinhas. Completaram, lindamente, o cenário, Tati e Mayra, duas amigas de minha sobrinha. Estas foram e voltaram de busum.
Tivemos várias pandegas, cachorro mixando no colchão do Fabin, erro navegação na estrada, etc e tal, o q daria uma ótima crônica, mas como diz o Ju, "de momento", meu intuito, mesmo, é agradecer esta turma por td q me proporcionou!

Um grande abraço, gente! 


sábado, 12 de maio de 2012

Blog qui é Blog, Tem de Ter Postagem, né?

Postado Originalmente no , Portal Macunaíma. (Creio q o Blogosfera Brasil, tb, tem a ver com tecnologia alternativa de informática)


“Na verdade eu queria postar algo aqui, mais para meu site aparecer melhor nas listagens do "Google". Também quero deixar uma msg para meus / minhas amigos (as) da redes redes sociais.
Por falar em rede social, ando....” (uma nova matéria no meu site)
Creio q a matéria seja interessante, justamente pq fala de tecnologia alternativa, do Linux, do Kurumim, de dificuldades e ganhos.
O "Macunaima" é ligado a arte, a cultura e geralmente artistas n são chegados a tecnologias, mas elas (as tecnologias) são necessária para arte acontecer. Políticas culturais benfazejas deveriam comtemplar tanto quem faz arte alternativa, quanto quem faz tecnologia alternativa, os projetos de distros alternativas tem a ver com o "Barão de Itararé" e os dois têm a ver com o "Portal Macunaima".
Enfim, um Windows bichado me levou ao Kurumim, q me levou a algumas reflexões sobre o cidadão sem dinheiro pra comprar Windows, q ficaria sem mídia para se expressar, n fosse as distros alternativas.


Um grande abraço!


A matéria abaixo foi pública no site; Folhas Secas marrons meio Roxas e Amarelas,

Navegar é Preciso, mas Importar Programa Linux (para o Kurumim) é + Ainda!

domingo, 1 de abril de 2012

90 anos do PCdoB - BH / MG / BRASIL



N(!) n é só contemplar...n dá! Deu na tv, a Coca-Cola e a Nestlé são as maiores vendedoras de água no país, no atacado e no varejo... a água já virou commodity, quem sabe já está sendo exportada...é, ou deveria ser  + ou menos assim, contemplar o belo e se indignar com o feio!
Onde já se viu isto, vender a água, pegar a água q é de tds, engarrafar e vender!...mas já está acontecendo, tem gente vendendo água nas lanchonetes, nos shows, há mui....a idéia  vai sendo enformada, o conceito naturalizado e objetivado, poderemos ter privatização da água, monopólios ou seria uma viajem na maionese?...ou n (!?)...e alguém diria, faz parte!
Celto é, q são coisas, q aparecem no nosso dia a dia....e nós no meio. N é uma questão moral,  quando uma coisa se estrutura na sociedade, estruturou, está determinado, ou n?     Bom(!) este mote: ”Água Privada ou Água Comum”, além de inúmeros trocadilhos, daria papo pra + de metro, por isto mesmo, stop(!) foi um negocio, q inquietou este escriba e aí se divide com vcs!KKKkk
         ...mas nem só de inquietações vive o homem!
Ver o mundo. Em principio, entende-se, q se vê, o dito cujo, de onde a gente está, aí vem aquelas imagens, no litoral se tem + horizontes, ou seja, a visão daquele marzão, q vai e vai, até onde o mundo faz curva, no sertão tb é assim, nas montanhas já é aquela fileira de montanhas, morro atrás de morro, até a vista cansar de ver morro e td ficar azul acinzentado e a gente sentir, no coração, aquela vontade de voar!...e voa mesmo! ...é(!) mas o dia q este capiau viu, pela primeira vez, o mar, viu q o sertão n tem fim...
E os 90 anos do Partido Comunista do Brasil?
Vá lá, q determinismo geográfico num pode, onde já se viu isto(!), vejamos, entonces, as paisagens humanas, como o pessoal, q estava na Pça 7, Belo Horizonte, Minas Gerais, BRASIL, na festa dos 90 anos do PCdoB, vê e pulsa com a cidade, o país e o mundo? Como o pessoal, de quase todos os estados brasileiros, q estava no Rio de Janeiro, tb, comemorando o aniversário do Partido vê e pulsa, com a sua cidade de origem, o seu país e o mundo? 
A foto, o vídeo são maneiras de ver. Foram feitos videos pelo PCdoB, um da história do Partido, outro da festa no RJ e outro, da festa em BH, este último, uma edição de fotos e clipes de celular, feita pela editor /redator deste blog.
          Falou-se aqui de olhares, de diferentes ângulos de visadas (pontos de vistas), o q é uma coisa mui pertinente, quando se fala de gente, o q  serve de mote,  para se recomendar os vídeos, q são lindos, os 2 primeiros, tanto em conteúdo, quanto em estética, o 3º, pelos protagonistas. 
         Os filmes estão aí embaixo do texto, veja-os, please! Tem-se, tb, uma "apresentação de slides" da festa de BH, aí do lado.

E como já disse o meu amigo Cabo,

Um grande abraço em quem for abraçável e um grande beijo em quem for beijável!

Berna,
Belzonte, 02 abr, 2012

História
Festa no RJ
Festa de Belzonte

segunda-feira, 26 de março de 2012

Bom para Divulgar Blog!


:" Shelden disse...
Desculpe invadir este espaço,


gostaria de te mostrar uma ferramenta capaz de aumentar o alcance do seu site, blog ou produto nas redes sociais.


A ferramenta é esta: http://www.likezoom.com.br



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terça-feira, 13 de março de 2012

Como n Sei Fazer uma Ode, Fiz este Texto em Memória de Minha Amiga Tereza


Depois da viajem, BH – PEÇANHA, MG, BRASIL, 09 mar 2012, troca-se de roupa e se vai para velório de uma amiga falecida (08 mar), a Tereza Gandra. Na sala, da residência de Tereza, sua irmã Zita e seu afilhado Talisson, a visitação do corpo. Este escriba passa direto, sua irmã fica assentada em uma cadeira da Copa, vizinha a sala. Berna passa da sala para cozinha, depois desce até o quintal, neste ínterim cumprimenta parentes da falecida e amigos (as) dela e dele. Depois fuma, lá no quintal..
 Já na rua, em frente a casa, vê o caixão descer a escada, entrar num rabecão branco e partir. Segue o cortejo, a irmã de Berna de táxi, ele a pé junto com inúmeras outras pessoas.
O cortejo entra na igreja, é celebrada uma cerimônia, oficiada pela Ray, q é ministro da eucaristia.
Sobe o cortejo, sobe-se mui, o terreno do cemitério, também, é uma ladeira, assim foi como se se estivesse levando nossa amiga pru céu!
Quando a noticia, do falecimento de Tereza, chegou em BH , Berna se surpreendeu, mas n se assustou, pois a mesma era cardíaca há mui e nunca ligou pra coisa....mas nestas situações a mente voa ou voa-se pela mente, obviamente , algo diferente, do pensamento racional, entra-se numa espécie meditação, devaneio ou sai-se de si e voa...
Na quaresma se fala em lobisomens, Tereza logo depois do Carnaval, falou deles para o Berna, só q o lobisomem lá do PEÇANHA, era (é) metade porco, metade homem, acho até , q segundo ela descreveu era (é) + porco do q homem. Além do porcosomem, ela falou do “Dono da Rua”, um fantasma q depois da meia noite saia (sai) pela rua afora estalando um chicote.
Eu n conhecia o “Dono da Rua”, mas esta espécie de realismo fantástico é mui própria do Peçanha, além de outros casos fantásticos de façanhas de pessoas e bichos, que vão sendo recriadas na fala de cada contador (a) de história. Tem-se assim uma espécie de mitologia dinâmica do lugar.
            Além da mitologia se tem as histórias reais, umas lúdicas, outras de façanhas, outras as duas coisas, claro, q estes casos passam pelo floreado de quem os narra. Os personagens são os heróis, mui vezes anti-heróis de nossa cidade. Casos e lugares já viraram livros, como: “PEÇANHA, O Centro do Universo” de Pedro Cardoso, o Pedrinho da Carmelita e a “Rua do Quenta Sol”, de Antônio Celso Alves Pereira.
            Neste clima, dos santos, duendes, heróis, anti-heróis, sobe-se o morro meditando, no centro das meditações a Tereza, com seus casos, com a sua bondade despojada e debochada, com os seus inúmeros (as) afilhados (as), seus agregados (as), para quem vivia a dar um jeitinho, quebrando galhos daqui e dali, talvez até, esquecendo-se de si.
            Td sobre a cidade, era Tereza, q sabia, telefones, serviços, onde se entrava cebolinha, qq coisa, era só lidar pra ela....e caso resolvido! Uma dos últimos favores de Tereza para Ray, foi cessão de uma lâmpada, só q a mesma estava quente, ou seja, ela tirou uma lâmpada, q estava sendo usada na sua casa, para servir à amiga.
            Tereza tinha um discurso mui próprio das coisas da terra, mui realismo fantástico, passava do discurso ao ato na maior, sem ligar mui com “imagens pru exterior”, entonces, foi nesta doce loucura, q ela produziu boa parte do visual das primeiras saídas do “Bloco dos Sujos”, além de sair com a turma desde o primeiro arrasto, sem pestanejar... minha irmã Maria Quitéria (falecida), cuja a casa saia o Bloco, ria a bandeiras despregadas, rachava os bico!!!
            Tereza era performática, com a tesoura, no pincel, na costura, em poucos minutos, como um músico de jazz cria um acorde, ela recortava figuras, q lhe eram pedidas, para enfeitar fantasias, pintava estandartes, camisas, o q fosse, cortava (sem molde) e costurava fantasias, em tmt, cetim, algodão, o q fosse e ainda customizava fantasias velhas. e maquiava quem quisesse ser maquiado(a).  
Era uma artista... celta vez, fez um estandarte tão lindo,q uma moça se apaixonou por ele, grudou nele e saiu sambando na frente do Bloco, acredita-se q a moça continua sambando até hoje, pois nunca + a vimos....nem o estandarte!
Dizem os entendidos, q os animais na natureza, n fazem distinção entre a natureza e eles, é  td uma coisa só. Creio q em celtos nichos culturais, dá-se a mesma coisa. Depois q terminou o sepultamento, quando a maioria das pessoas já havia descido para o Centro, peguei o celular e vim fotografando(*), prédio, ruas, paisagens, meditava sobre a “pátria imaginária”, q  habita em vários peçanhenses, fotografava e me lembrava de casos e gentes, era como se todos e td estivesse ali, na poética de cada casa, ruas e paisagens, veio-me uma espécie de insinght, Tereza estava ali, n + como personagem, mas como personalidade da cultura popular do “Centro do Universo”....naquele céu de significantes, no éter, amém!
Salve a Tereza!

(*) álbum (De volta, do cemitério para o Centro da cidade de PEÇANHA MG BRASIL) no canto esquerdo, na parte de cima do blog.