terça-feira, 5 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Zé de Minas, do Brasil e da honra
Saído das terras dos Puris,
(Muriaé – a terra do sabor de cana doce),
Zé é de Minas Gerais.
Poderia ser do Oiapoque ou Chuí,
Do Rio Moa Ou Ponta Seixas, junto ao Cabo Branco.
Nasceu com a obsessão
De ser o Zé do Brasil.
Sempre olha o mundo
Como se a Estrada de Ferro Leopoldina
pudesse ser restaurada até Paris.
Na certa quereria agradecer a Guido Marlière
– francês de boa fé que doou a capela
do Largo do Rosário
à fé de acreditar na sua gente e no futuro.
Zé do Brasil, Irmão do presidente,
Passeante de carreatas,
Na juventude dos seus muitos 70s,
Cavaleiro andante contra a taxa Selic.
A gente quer dizer, Zé,
Que teus anos no poder
Te deixaram muito mais Zé
E, por isso, bem mais perto
de nossos corações.
Jô Moraes -12/12/2010"(*)
quarta-feira, 30 de março de 2011
Um Suspiro, Dois Suspiro e é Só!
terça-feira, 29 de março de 2011
“Achismo” q n é Filosofado, é Preconceito?
quarta-feira, 23 de março de 2011
“ Eta Vida besta!”
sábado, 19 de março de 2011
Das Minhas loucuras as Loucuras do Mundo
Há mui n escrevo no meu blog. Resolvi fazê-lo hoje. N assim coisa + do q de repente, já pensava em voltar escrever aqui, mas num primeiro momento pensava em algo + produzido, em matéria + elaborada. Acontece, pelo menos no meu caso, q o tal de “mais elaborado”, é uma forma de adiar. Melhor fazer o q dá para se fazer hoje e depois se ir- melhorando, aprendendo na prática.
Li no, www.vermelho.org.br, site de minha leitura diária, uma entrevista de Sérgio Amadeu: ” Internet não se guia por critérios de mercado”, além do foco especifico sobre Internet, do q significa este meio ser livre, passou-se e passou-me a idéia + ampla da sociedade regida pela cultura, pelas relações inter pessoas e grupos, coisa q no começo do século vinte, foi determinada por Hollywood, no meu entender, pois nem mesmo Samuel Pinheiro em lapidar artigo sobre cultura, enquanto fator mui significativo na ideologia dos povo, fora a tal extremo. Depois vem a globo, né (?) q ditou usos e costumes, tirou e colocou presidentes, nestas terras do Brasil (será qui são mesmo nossas?). Lógico q já existia culturas de resistências, jornais alternativos, etc e tal, mas quem mandou mesmo foi à dita cuja globo, mesmo depois q o Lula ganhou as duas eleições. Outras redes como Record foram um contra-ponto forte, mas ainda q a Record venha a suplantar a globo, será uma hegemonia de mídia, q na melhor das hipóteses “representará” a média do pensamento nacional. Uma coisa é representar ou ser representado, outra coisa é a possibilidade de se ouvir e poder ser ouvido diretamente, né? Na ambiência de "comunidades" pequenas, de microcosmos sociais, tais interlocuções já aconteciam, e creio eu, q isto poderia até ser um motor da chamada revolução molecular, uma vez driblados os mecanismos repressivos presentes nestes mesmos microcosmos, como os das famílias, por exemplo. Contudo, o objeto de uma revolução social ficaria ainda, como algo para o futuro, igual minha “matéria + elaborada”.
Sérgio Amadeu coloca o perigo da perda da liberdade na Internet, colocando tb, q hoje mui se vive da troca de informações, como o conhecimento vira moeda, valor, q se concretiza no dia a dia, enfim algo q seria + do q uma articulação de sobrevivência, ou seja, seria uma articulação de bem viver. Ora a cultura, entre outros conceitos, recebe / recebeu um, q mui me agrada: “cultura – como as pessoas fazem as coisas” e eu acrescentaria: “como as pessoas fazem as coisas necessárias à manutenção da vida”. Além da produção dos bens intangíveis necessários à vida, a cultura pode também determinar a maneira de produção dos bens materiais, no meu entender.
A construção de um prédio de apartamento, por exemplo, pode ser feita tanto através de um condomínio (nossa legislação institui isto), como através de uma imobiliária. Porém quase todo mundo prefere uma imobiliária. No primeiro caso, condôminos se associam livremente, negociando-se entre si as regras do jogo, no segundo caso, condôminos se associam, mas quem dita as regras do jogo é a imobiliária. Várias outras formas associativas acontecem com um terceiro ditando as regras do jogo. A descrença na livre associação é cultural e ideológica e esta livre associação é chamada, freqüentemente, de utópica. O Tio Hegel fala disto em “Do Socialismo Utópico ao Socialismo Cientifico”.
Obviamente, q cutuca daqui, cutuca dali, apesar de repressões, etc e tal, se chegaria a um outro de tipo de sociedade, a um outro tipo de inter relações, a uma outra maneira de se produzir, ainda q demorasse.
A Internet livre aumenta em milhares de vezes as possibilidades de inter relações, são milhares de dados, alguns construídos coletivamente com a Wikipédia, como jamais uma empresa poderia fazer, conforme nos demonstra Sérgio Amadeu. Quase todos os assunto q vc “perguntar” pra Google (masculino ou feminino?) ela ou ele responde. Além disto se tem as redes sociais. Caramba!...mas se tudo correr bem, se a internet continuar livre, somente em 2014 esse meio atingirá 80% dos brasileiros. Além de td temos serviços mui caros, por exemplo, “comprei” uma Internet + rápida, nestas q vc clica em um vídeo e n precisa esperar carregar, é o dobro do custo da antiga!
De toda forma, vamos passear no bosque, enquanto seu lobo n vem!!