segunda-feira, 30 de maio de 2011

Algumas Racionalizações Inúteis, N Leia!

Alguns Caminhos

Talvez uma Propaganda de Biotônico Fontoura Fosse Melhor...ou n! N veja!


    
Fiquei pensando em algo q uma pessoa me falou: q no começo dos tempos, já havia um exército de anjos, antes menos do começo do Paraíso, de Lúcifer e os escambau...ou será, q já existia Lúcifer,  posto existir anjo? N sei(!) vou perguntar pru meu consultor em assuntos celestiais! Contudo é patente, na história e nas crônicas ou outros escritos de cada época, q a idéia da obrigatoriedade da briga,  seja, coletiva, um montão pra cada lado, ou seja, brigas envolvendo menor número de contendores, de duas pessoas, de dois ou + contra um, de dois contra 3, e outras combinações, onde o número de combatentes em cada par brigão n passe  mui de dez, é velha!
    N adianta vc ficar quieto no seu canto, pq a assombração sempre aparece, mesmo aquele, q afirma, q sombração sabe pra quem aparece, já mostra uma predisposição pra brigar com a assombração, outra questão é q: "cobra q n anda, n engole sapo", ou seja, se vc ficar quieto no seu canto, vc morre de inanição!
    Dificilmente um ser humano passa pela infância sem brigar e mesmo q n tenha trocado tapas com outros(as) meninos(as), sentiu raiva, xingou, chorou e aí é o triste da história, chorou talvez, pq tenha sido humilhado, se sentido injustiçado. Sem entrar no mérito do papel, q os adultos tem na vida das crianças, quero dizer, q o individuo, desde mui pequeno, já vive sob o signo da briga!
    Tirando uma certa vibração, q a luta enquanto movimento corporal, tem, e dentro de mui limites poderia até, ser considerada um esporte, porém, sobrepõe-se a terrível dor dos contendores, numa "vias de fato". Quem, literalmente, teve um grande número de brigas na infância ou conviveu com ambientes tipo, internato da FEBEM, sabe disto! É um terror quando se está perdendo, embora a proximidade da morte e superação disto, tenha algum fascínio, predomina o terror. Quando se está ganhando, é outro terror, embora se tenha o alivio de n se estar apanhando, é mui doloroso, esmurrar, sojigar o Outro, além do sentimento de alteridade, o lutador, q ama ser humano, teme quebrar a vibra de seu semelhante.           
    Seria arriscado dizer, q a briga entre crianças com pouca idade, no jardim de infância, por exemplo, reflita interesses dos colegas, podem até refletir padrões adultos, mas as criancinhas são + natureza do q cultura, porém aos poucos, até chegar no período da pré-adolescência e depois na adolescência, estas brigas passam a ser uma representação dos conflitos grupais, algo semelhante a luta de classes, nos conflitos entre, Mauricinhos e ZN (Zona Norte), Mauricinhos e Malacos, Malacos e ZN, ou seja, entre as diversas tribos. Tem tb os grupos femininos, q mui vezes se misturam com os masculinos, tem-se ainda os Nerds, um espécie de tribo dos lerdos(as), mas q no fundo tomam partido. Isto  se restringirmos ao ambiente dos colégios (pagos) particulares, onde a briga, vai se  tornando menos frequente, devido tanto ao controle social, como pelo assimilação deste controle pelos indivíduos, na medida em q o "processo civilizatório", vai acontecendo. Depois vêm a briga do vestibular, do primeiro emprego, isto se considerando, somente, os jovens das camadas sociais médias.  
    Na ausência da luta de classe explicita, engajada, principalmente no seio da setor médio, mas tb no ambiente da categoria de consumo, erroneamente denominada de classe "C", quer seja pela ação dos setores dominantes em camuflar o conflito de classes, justamente para manter o seu domínio, quer seja pela introjeção da ideologia dominante, ficam as pessoas reduzidas ao individual, ou seja, há um espécie regressão a uma maneira de se superar os conflitos como as criancinhas resolvem, só que os ambientes sociais estáticos n assimilam a resolução pela porrada, além disto, o terror da briga literal, q mesmo n tendo sido vivenciada por mui pessoas, prevalece. 
O tribalismo desaparece, ambiente de trabalho(mui vezes, tenso), a correria, o transito, o consumo, TV e congêneres, compõem um cenário social, propicio ao atrito entre indivíduos, q mui vezes acontece, sem mútuas agressões físicas, no entanto de forma violenta. 
A dinâmica social só aparece, pelo menos no Brasil, no período das eleições, fora isto, Brasil afora, movimentos sociais são incipientes. Este contexto, obviamente, é de embates políticos de grupos, mas os indivíduos, uns em maior estala, outros em menor, vislumbram e realizam uma outra forma relação entre pessoas, principalmente com seus pares.  Ao contrario do q se fala a guerra não é o último recurso da política, mas sim, o primeiro recurso da tirania, quando tem recursos para tal. Entonces, neste sentido, a política n trás o pavor da guerra.
    Ainda que militante de Partido Comunista de boa cepa, fica o individuo a maior parte do tempo reduzido ao individuo e como é bastante razoável entender, q um individuo só se realiza enquanto tal, no contraste com o Outro, q as relações sociais saudáveis com, pelo menos, alguma equidade de oportunidades oferecidas, pelo  merecimento e capacidade de cada um, são raras, forma-se assim, um contexto propicio aos conflitos entre indivíduos, q se realiza em gestos, atos, enfim em vários signos. Estes conflitos são arbitrados, via de regra, por tiranetes, q pretendem chegar a tirano e tem um entorno, q toma partido, ainda q seja, pela sub-onda do olhar, uma espécie de telepatia. No final da pirâmide se tem a força bruta,  a justiça se respalda nela, q respaldo os tiranos, q instigam os tiranetes.
    Tirano n é um xingamento, tirano é o contrario de político e político é aquele, q discute, q dialoga,"(..).aha(!) mas isto é um conceito grego e os gregos eram escravista ou escravocratas (sabe-se lá), mas quem sabe o mundo helênico acabou por complexo de culpa, quem sabe se roma prevaleceu, pq n deve culpa e virou império!...e os impérios ainda existem...
    Quem sabe se os primeiros gregos, os gregos dos mitos do primeiro teatro, inventaram a tragédia justamente, pq anteviram a culpa como consequência do escravismo?
    N(!) pra q falar  q o apocalipse foi romano e q outro apocalipse será o do império de plantão! São coisas mui bestialmente grandes, mui distante do dia-a-dia  das pessoas, no geral se pensa no salário, q n deu para o mês todo ou na ausência dele. No como se vai se manter no emprego ou conseguir um! Se mui em ir ao cinema, à praia! Em ambientes sociais estáticos se "vive" ou aderindo ao tirano de plantão ou se opondo a ele e levando mui porrada, ainda q n seja física, entonces, fala-se na boca de feijão, nos namoros de prisioneiros...uma espécie de morte política / social.
     Enfim, a maior parte do tempo, tem-se um ambiente pirante, onde + a psicanálise, mas tb a psicologia, se abrangentes, universalizadas poderiam jogar um papel liberta(dor), mas os(as) analistas e psicólogos, de plantão nos seus empregos, jogam outro papel, o de suportarem os micro-cosmos reacionários, família (instituição) e aparelhos dos setores dominantes, escolas, igrejas e instituições várias. E se n jogarem este papel, tão fora... disfunção cortada do tecido social. Ressalva-se, q a família é um mal necessário, fundamentalmente reaça, mas a gente gosta da maioria dos membros da nossa...Freud explica, mas os(as) psicólogos(as) e analistas, n!...ou se explicam, explicam em seus consultórios...particulares! 
    Dizer q outras profissões tb respaldam o sistema, é verdade...mas é outro papo...
    Aí a piração nossa de cada dia, fica por conta de cada um....vamos pras artes, q é uma coisa válida, lúcida e inserida no contexto. Há quem vá pru bar, pra igreja...
    Temos tb a revolução molecular, mas aí, tb, é outro papo e já são 00:33 e eu tenho de trabalhar amanhã, em tempo integral, lembrando q'eu trabalhei por 300 anos, 06:00 diárias, mas isto, tb, é outro papo, embora seja tudo mui semelhante!
    Enfim, ainda q se seja um pacifista....Kkkkkkkkkkk

Um grande abraço,
Berna
31/05/2011
   
    
         
   
   
    
   
   

2 comentários:

Suleimam alHachid disse...

Em cismar sozinho a noite, mais prazer encontro eu cá.
Minha terra tem bandidos que atiram prá matar.
Os bandidos que aqui atiram só atiram para o ar.

Folha Secas, Marrons Meia Rosas e Amarelas disse...

Falou Suleimam! Eu tinha uma paródia de, "Minha Terra tem Palmeiras", qui acho qui se chama, "Canção do Seio o Q", er a sobre o Zé Bené, mas ficou perdida em algum disquete...agora esta aí qui vc fez ficou mui boa!KKKKKKKKKK ...Obrigado pelo comentário! Depois poste alguma coisa aí sô!